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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Amadurecimento Amoroso

Quando se é criança apertamos o coração e buscamos do sentimento que
nos afaga a coragem para entregar a pessoa “amada” aquela “balinha” que temos
de sobra, mas que irá trazer a atenção do outro(a) para nós.
quando se é criança achamos que a primeira namorada será a única.
mas ai vem a adolescência a puberdade e na alma pura começa a haver maldade.
queremos morrer de amor por uma e ter dez que morra por nós.
queremos ir aquela festa e voltar as 10:30 pra ir a escola no dia seguinte
e contar tudo pra quem não pode ir, mas contar com ênfase em tudo, principalmente
nos fatos em que faça outros jovens nos invejar.
Ai tem o primeiro amor aquele que é tão forte mas tão forte que pensamos que
nunca mais haverá outro igual, até que vem o segundo e terceiro e sempre com fins
dos quais as lembranças podem machucar. E dói ainda mais ver que o amor é uma armadilha
que quem tem pra oferecer pouco terá pra receber. Quem muito ama é pouco amado.
Amadurecemos e aprendemos a segurar entre os dentes todas as palavras bonitas e a maneira como deveríamos demonstrar nosso afeto pelo próximo, quanto menos amamos mas tempo irá durar. Demonstramos cada vez menos e passamos achar que seria melhor viver sem amar.
todos seus relacionamentos deixam de ser sentimentos guardados e passamos a vê-los
apenas como aprendizado. Aprendemos a não demonstrar o ciúme ... a não acompanhar em festas ... a não dizer a falta que a pessoa faz ... a não tornar ela importante, não mais do que nos temos que ser pra ela. Mas pra todos tem sempre um amor certo, aquele que nunca é revelado, que também não precisa. Esse amor verdadeiro é sentido pela respiração pela mão suada por faltar as palavras pelo abraço que esquenta ate os ossos.
esse amor existe, e você encontrará o seu, ela tinha o dela, e ainda bem que me deu.

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